GESTÃO E VAREJO
Pesquisa do Sebrae mostra o espaço das plataformas nas vendas digitais; pedidos, estoque e custos por canal entram no centro da decisão de quem vende em mais de uma vitrine.
Atualizado em 25 de setembro de 2026 · Curadoria Editorial MIKON News
Vender em um marketplace coloca o produto de um pequeno negócio diante de consumidores de outras cidades sem exigir uma loja física em cada região. A plataforma reúne vitrine, meios de pagamento e uma estrutura de venda já conhecida pelo público. Para o empreendedor, o passo seguinte é acompanhar o que acontece depois do pedido: quanto a operação recebeu, quanto gastou para vender e como aquela venda será atendida.

Uma pesquisa do Sebrae em parceria com o E-Commerce Brasil aponta que 28,1% dos pequenos negócios pesquisados que vendem online utilizam marketplaces. Entre as empresas que usam essas plataformas, 72,6% obtêm delas até 40% da receita digital. O levantamento também mostra que 78,8% dos negócios atuam em apenas um ou dois canais de venda.
Os números descrevem operações em estágios diferentes. Há empresas que usam o marketplace para alcançar novos compradores enquanto continuam vendendo no balcão, no próprio e-commerce ou por outros canais. O ganho está em tratar cada frente como parte da mesma operação, sem perder a leitura individual de seus resultados.
O preço de venda não conta a história inteira de um pedido. Para entender o resultado de um produto em cada plataforma, o empreendedor precisa considerar comissão, frete, descontos, publicidade, tributos e devoluções. Dois canais podem vender o mesmo item pelo mesmo preço e entregar margens diferentes.
Essa conta também orienta decisões de catálogo. Um produto com boa procura em determinado marketplace pode justificar mais estoque naquele canal; outro pode apresentar melhor resultado na loja própria ou na venda local. Medir pedidos e custos por origem permite ampliar a operação com critérios, em vez de avaliar desempenho apenas pelo volume vendido.
Solução MIKON Vendas de marketplaces, estoque e pedidos em uma operação integrada. Conheça o MIKON ERP
Quando a empresa vende em mais de um marketplace, cada pedido inicia uma sequência: registrar a venda, atualizar o estoque disponível, acompanhar o status, separar a mercadoria e preparar a expedição. Se ela também atende no balcão ou no e-commerce, todos esses canais precisam trabalhar com informações consistentes.
Leia também na MIKON News: Como um ERP reúne estoque, vendas e marketplaces na operação de uma PME.
O MIKON ERP é apresentado pela empresa como uma solução que reúne marketplaces, loja física, e-commerce e vitrine própria em uma gestão integrada, com sincronização de estoque entre canais. Na operação descrita pela MIKON, a integração concentra vendas e acompanhamento dos pedidos, enquanto a equipe se dedica à coleta das mercadorias, à separação e à expedição.
Segundo a MIKON, a estrutura também atende operações com vários marketplaces e CNPJs, além de vendas locais, dropshipping, e-commerce e vitrine virtual própria. O fluxo efetivamente automatizado depende dos canais conectados e da configuração adotada por cada empresa. Manter estoque, anúncios e etapas do pedido atualizados ajuda a cumprir os requisitos operacionais das plataformas; nenhuma integração, por si só, elimina a possibilidade de penalidades.
Os dados do Sebrae mostram que vender online não significa, necessariamente, estar presente em muitos canais. Expandir com consistência exige saber qual produto vende, qual margem deixa e qual equipe dará conta de preparar cada pedido.
O marketplace amplia o alcance. A gestão integrada dá ao empreendedor uma visão da operação por trás de cada venda ? do estoque à expedição ? e sustenta a decisão sobre quais canais merecem mais investimento.
Nota editorial: esta reportagem apresenta dados do Sebrae e identifica expressamente o MIKON ERP como solução da MIKON Group. As funcionalidades descritas para operações específicas devem ser confirmadas conforme as integrações e configurações contratadas.